Identificação e Anamnese (Parte I)
Nesta seção, Insira todos os dados com precisão pois são importantes para definir um possível prognóstico e tratamento adequado.
Identificação*
Título de identificação do relatório a ser gerado
Pacientes*
Selecione o paciente
Qual foi o lado da lesão?*
Informe o hemisfério cerebral afetado
Local do cérebro que aconteceu o AVC*
Quanto tempo após o AVC começou a Fisioterapia?*
Tempo decorrido em dias ou meses até a primeira intervenção fisioterapêutica
Atualmente está fazendo Fisioterapia?*
Selecione se o paciente mantém acompanhamento profissional no momento
Quantas vezes na semana?*
Indique a frequência semanal atual das sessões de reabilitação
Já teve quantos AVCs?*
Número total de episódios vasculares cerebrais sofridos pelo paciente
Qual foi a causa do AVC?*
Descreva a etiologia (Isquêmico/Hemorrágico) e fatores clínicos (Ex: HAS, FA, Diabetes)
Quais medicações que o paciente está tomando?*
Liste os fármacos atuais e dosagens, especialmente anti-hipertensivos e anticoagulantes
Sinais Vitais e Quadro Álgico (Parte II)
Esta seção destina-se ao registro dos parâmetros hemodinâmicos e respiratórios, fundamentais para monitorar a tolerância ao esforço físico. Além disso, permite a quantificação e qualificação da dor, auxiliando no ajuste das condutas analgésicas e funcionais.
Frequência cardiaca?*
Batimentos por minuto (bpm) aferidos em repouso
Saturação de O2?*
Valor percentual que representa a oxigenação sanguínea (%)
Pressão arterial?*
Valor sistólico e diastólico em mmHg (Ex: 135 x 85)
Frequência respiratória em repouso?*
Número de inspirações por minuto medidas durante a atividade física
Frequência respiratória durante a Fisioterapia?*
Número de inspirações por minuto medidas durante a atividade física
Paciente sente dor em algum lugar do corpo?*
Selecione "Sim" caso haja queixa de desconforto ou dor física
Qual parte do corpo?*
Identifique o segmento anatômico onde a dor está localizada (Ex: Ombro esquerdo)
Dor no corpo*
Intensidade da dor em uma escala numérica de 0 a 10
Como seu paciente classifica a dor que ele sente?*
Selecione a frequência ou o comportamento temporal da dor relatada
Avaliação Funcional e Motora (Parte III)
Esta seção detalha o exame físico do paciente, abordando a mobilidade articular, a capacidade de geração de força, o tônus muscular e o controle postural. Estes dados são os principais indicadores para a elaboração do plano de tratamento e para o acompanhamento da evolução motora
Tônus muscular*
Este campo avalia o estado de tensão involuntária dos músculos em repouso e a resistência encontrada ao realizar o movimento passivo das articulações do paciente
Coordenação motora*
Equilibrio*
Avalia a capacidade de controle postural em diferentes posições, sendo orientado o uso da Escala de Berg para determinar o nível de estabilidade e o risco de quedas do paciente.
Há risco de quedas?*
Registra a probabilidade de eventos de queda baseada no histórico recente do paciente e em sua instabilidade física atual, servindo como um alerta crítico de segurança.
Amplitude de movimento (Membro Superior)
Selecione Normal (ADM completa), Diminuído (limitação parcial) ou Sem Amplitude (ausência de movimento articular)
Flexão dedos
Lado esquerdo*
Lado direito*
Extensão dedos
Lado esquerdo*
Lado direito*
Flexão punho
Lado esquerdo*
Lado direito*
Extensão punho
Lado esquerdo*
Lado direito*
Flexão cotovelo
Lado esquerdo*
Lado direito*
Extensão cotovelo
Lado esquerdo*
Lado direito*
Flexão ombro
Lado esquerdo*
Lado direito*
Extensão ombro
Lado esquerdo*
Lado direito*
Rotação interna ombro
Lado esquerdo*
Lado direito*
Rotação externa ombro
Lado esquerdo*
Lado direito*
Amplitude de movimento (Membro Inferior)
Selecione Normal (ADM completa), Diminuído (limitação parcial) ou Sem Amplitude (ausência de movimento articular)
Flexão dedos
Lado esquerdo*
Lado direito*
Extensão dedos
Lado esquerdo*
Lado direito*
Dorso flexão
Lado esquerdo*
Lado direito*
Flexão plantar
Lado esquerdo*
Lado direito*
Flexão joelho
Lado esquerdo*
Lado direito*
Extensão joelho
Lado esquerdo*
Lado direito*
Flexão quadril
Lado esquerdo*
Lado direito*
Extensão quadril
Lado esquerdo*
Lado direito*
Rotação interna quadril
Lado esquerdo*
Lado direito*
Rotação externa quadril
Lado esquerdo*
Lado direito*
Adução quadril
Lado esquerdo*
Lado direito*
Abdução quadril
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Força Muscular (Membro superior)
Utilize a escala manual de 1 a 5 para graduar a força contra a gravidade e resistência.
Flexão dedos
Lado esquerdo*
Lado direito*
Extensao dedos
Lado esquerdo*
Lado direito*
Flexão punho
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Extensão punho
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Flexão cotovelo
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Extensão cotovelo
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Flexão ombro
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Extensão ombro
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Rotação interna ombro
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Rotação externa ombro
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Rotação cervical
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Inclinação cervical
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Força Muscular (Membro inferior)
Utilize a escala manual de 1 a 5 para graduar a força contra a gravidade e resistência.
Flexão dedos
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Extensão dedos
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Dorso flexão
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Flexão plantar
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Flexão joelho
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Extensão joelho
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Flexão quadril
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Extensão quadril
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Rotação interna quadril
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Rotação externa quadril
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Adução quadril
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Abdução quadril
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Força Muscular (Tronco)
Utilize a escala manual de 1 a 5 para graduar a força contra a gravidade e resistência
Flexão tronco
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Extensão tronco
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Rotação tronco
Lado esquerdo*
Lado esquerdo*
Avaliação sensorial e perceptual (Parte IV)
Esta seção foca nos componentes neurológicos não motores e no estado geral de saúde do paciente. O registro de alterações cognitivas, perceptivas e da integridade da pele é vital para adaptar a comunicação durante a terapia e prevenir complicações secundárias, como lesões por pressão.
Latero pulsão*
Este campo investiga se o paciente apresenta falha em reconhecer estímulos em um dos lados do corpo ou do ambiente, além de identificar o comportamento de empurrar-se ativamente para o lado afetado, conhecido como síndrome do empurrador.
Sensibilidade*
Refere-se à capacidade do sistema nervoso de receber e interpretar estímulos físicos, como o toque leve, pressão ou temperatura, nas diferentes regiões do corpo
Espasticidade*
Este campo utiliza a Escala de Ashworth Modificada para graduar a resistência muscular ao movimento passivo, variando de 0 (tônus normal) a 4 (membro rígido em flexão ou extensão), permitindo quantificar clinicamente o impacto da lesão do neurônio motor superior na mobilidade do paciente.
Reflexos patológicos*
Investiga a presença de respostas motoras anormais que não deveriam existir em adultos saudáveis, servindo como indicadores específicos de lesão nas vias do sistema nervoso central
Percepção (Membro Superior)
Percepção (Membro Inferior)
Negligência (Membro Superior)
Negligência (Membro Inferior)
Membro superior*
Membro inferior*
Cognição, neuropsicosocial e outras informações (Parte V)
Esta seção integra a análise de funções cognitivas, perceptivas e sensoriais, além de monitorar o estado emocional e a integridade da pele, permitindo identificar barreiras de aprendizado e riscos de segurança que influenciam a reabilitação.
Cognição*
Analisa o estado das funções mentais, como memória e atenção, e registra alterações de humor ou comportamento que possam impactar o engajamento do paciente durante as sessões.
Emocional*
Verifica a integridade dos sentidos especiais, identificando perdas de campo visual ou de audição que possam comprometer a comunicação e a orientação espacial durante os exercícios.
Alterações visuais?*
Indique se o paciente possui dificuldades na visão, como perda de campo visual ou visão dupla, que podem interferir na sua percepção do ambiente.
Alterações visuais*
Descreva detalhadamente o tipo de alteração visual encontrada, como hemianopsia ou diplopia, especificando como isso afeta a funcionalidade do paciente.
Alterações auditivas?*
Selecione se o paciente apresenta redução na capacidade de audição em um ou ambos os ouvidos, o que pode dificultar a recepção de comandos verbais.
Alterações auditivas*
Relate o nível e o tipo de deficiência auditiva observada, informando se o paciente faz uso de aparelhos auditivos ou se a perda é parcial ou total.
Paciente apresenta afasia?*
Registra distúrbios de linguagem que dificultam a capacidade do paciente de expressar pensamentos por meio da fala ou de compreender instruções verbais e escritas.
Paciente apresenta feridas de decúbito?*
Monitora a integridade da pele em busca de lesões por pressão, fundamentais para o planejamento de cuidados preventivos em pacientes com restrição de mobilidade.
Descreva o local e estágio*
Identifique a localização anatômica exata da lesão por pressão e classifique-a de acordo com o estágio de comprometimento tecidual (Grais I a IV).
Avaliação Funcional (Parte VI)
Esta seção mensura o nível de independência e segurança do paciente em atividades fundamentais, como a capacidade de locomoção e a realização de transferências, servindo de base para as metas de autonomia funcional.
Rolar na cama*
Este campo avalia a habilidade do paciente de realizar giros sobre o próprio eixo enquanto deitado, movimento fundamental para a mobilidade no leito e prevenção de úlceras de pressão.
Deitado para sentado*
Mede a capacidade do paciente de transicionar da posição horizontal para a vertical na borda do leito, envolvendo força de tronco e coordenação motora.
Sentado*
Avalia o controle postural e a estabilidade do paciente ao permanecer sentado sem apoio, observando sua capacidade de manter o equilíbrio estático.
Sentar-levantar*
Registra a competência do paciente em passar da posição sentada para a posição em pé, um indicador crítico de força nos membros inferiores e funcionalidade para atividades diárias.
De pé*
Analisa a manutenção do equilíbrio ortostático (em pé), verificando se o paciente consegue sustentar o próprio peso com segurança e estabilidade.
Andar*
Descreve a capacidade de deambulação do paciente, identificando o nível de independência e a qualidade do padrão de marcha durante o deslocamento.
Paciente usa algum dispositivo de auxílio?*
Identifica a necessidade de equipamentos externos, como bengalas, andadores ou muletas, para auxiliar na estabilidade ou na descarga de peso durante a locomoção.
Dispositivos de auxilio*
Campo destinado a especificar detalhadamente qual modelo de equipamento o paciente utiliza e em quais contextos ele é necessário para a sua mobilidade.
Rede de apoio e assistência (Parte VII)
Esta seção final consolida o raciocínio clínico do profissional, unindo os achados cinético-funcionais aos objetivos terapêuticos para definir o prognóstico e a conduta de tratamento.
O paciente mora com alguém?*
Verifica a rede de apoio domiciliar imediata do paciente, fator que influencia diretamente na continuidade dos cuidados e na segurança fora do ambiente clínico.
Quem?*
Recebe apoio familiar ou de cuidadores?*
Identifica se o paciente possui auxílio de terceiros para a realização de atividades básicas e instrumentais da vida diária, especificando quem exerce essa função.
A família participa do processo de reabilitação?*
Avalia o engajamento dos familiares nas orientações terapêuticas e nos exercícios domiciliares, elemento chave para o sucesso do prognóstico.
Observações adicionais
Espaço reservado para o registro de informações clínicas relevantes, intercorrências ou detalhes específicos do comportamento do paciente que não foram contemplados nos campos anteriores.
Observações adicionais*